EXCLUSIVO: Informação sobre o aparecimento de 2 rodas do trem de pouso do caça acidentado levam a Marinha a expandir buscas para Cabo Frio e Arraial do Cabo

A lancha “Marlim”, da Capitania dos Portos de Cabo Frio, participa das buscas à aeronave que desapareceu defronte ao litoral de Saquarema; abaixo um caça da Marinha igual ao que se acidentou (notar as dimensões do trem de pouso)
Por Roberto Lopes
A informação, surgida neste sábado (06.08) de que duas rodas do trem de pouso do caça AF-1B (A-4KU Skyhawk) da Marinha, desaparecido desde a última terça-feira do mês passado (26.07), foram aparecer a dezenas de quilômetros de distância do suposto local da queda da aeronave no mar, ao largo de Saquarema – uma em Praia Grande, altura de Massambaba, no município de Arraial do Cabo, e outra na Praia do Peró, em Cabo Frio – levou as autoridades da Marinha a expandirem o perímetro de busca para as águas costeiras que banham estes dois municípios.
De acordo com dados obtidos pela coluna INSIDER, militares da Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia já inspecionaram as rodas e atestaram que elas possuem as marcas identificadoras da Força Aeronaval. O Centro de Comunicação Social da Marinha ainda não se pronunciou sobre o achado, mas deve fazer isso hoje.
A distância por terra entre Saquarema e Arraial do Cabo – via RJ-102 – é de 60,2 km, e de Saquarema a Cabo Frio, pela mesma rodovia, é de 61,3 km.
A novidade fez crescer a responsabilidade da Capitania dos Portos de Cabo Frio na operação de resgate do caça desaparecido. A jurisdição da Capitania se estende por 25 municípios e distritos do litoral fluminense.
Ontem mesmo, o Capitão dos Portos, capitão-tenente Jonas Machado de Oliveira, direcionou parte dos seus meios – a lancha Marlim, dois botes de borracha semirrígidos motorizados e duas motos aquáticas – para vasculhar as regiões mais ermas sob sua responsabilidade.
Choque – De acordo com uma fonte da Marinha, entre os militares que participam das buscas ao caça sinistrado, disseminou-se a impressão de que as duas rodas podem ter se desprendido da aeronave no momento em que ela se chocou com a superfície das ondas, na tarde da terça-feira da semana passada.
Por esse raciocínio – de um jato semi-despedaçado no fundo do mar – e pela falta de notícias sobre o piloto, alguns dos envolvidos na missão de resgate já admitem que o capitão de corveta Igor Bastos, nunca conseguiu deixar a nacele do seu caça – e agora pode estar preso a ele no fundo mar.
Neste sábado, duas motos aquáticas da Capitania – a Badejo e a Dourado – e três barcos, um da Capitania e dois da Marinha, começaram a percorrer as Ilhas situadas defronte a Arraial do Cabo.
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