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segunda-feira, 3 de abril de 2017
Acidente de aviação: vítimas vão a enterrar
Publicado: Quarta, 29 Março 2017 15:49 | Email | Acessos: 211

OS funerais de três das seis vítimas do acidente aéreo ocorrido esta segunda-feira, em Mutare, no Zimbabwe, terão lugar amanhã, na cidade da Beira, anunciou o porta-voz do governo de Sofala, Hélcio Canda.
Trata-se dos restos mortais do administrador-delegado da Cornelder Moçambique, Adelino Mesquita, do jurista António Ucucho, e do director de Administração e Finanças, Isac Noor.
Segundo Canda, falando à Rádio Moçambique, está prevista para amanhã a realização de um velório colectivo das três vítimas, que eram funcionários da Cornelder Moçambique.
O porta-voz do executivo de Sofala disse que estão ainda por confirmar como serão as exéquias dos dois tripulantes, nomeadamente o piloto e o co-piloto, uma vez que não residiam com os seus familiares na província de Sofala, decorrendo contactos para a realização dos funerais.
Segundo informações em nosso poder, o corpo do chefe de Análise das Finanças da Cornelder, o zimbabweano Banete Sibanda, será sepultado na sua terra natal.
http://www.jornalnoticias.co.mz/index.php/sociedade/66148-acidente-de-aviacao-vitimas-vao-a-enterrar.html
quinta-feira, 30 de março de 2017
segunda-feira, 27 de março de 2017
terça-feira, 14 de março de 2017
segunda-feira, 13 de março de 2017
Mercado de aviação comercial ensaia recuperação no início de 2017
| Apu Gomes - 25.jun.2012/Folhapress | ||
![]() | ||
| Avião decola do aeroporto de Congonhas, em São Paulo (SP) |
DE SÃO PAULO
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O cenário que as empresas brasileiras de aviação comercial esperam pela frente em 2017 é de um mercado ainda encolhido no mercado doméstico, enquanto o segmento internacional dá algum sinal de crescimento.
Elas abriram o ano com um aumento de aproximadamente 5% na demanda por viagens internacionais e oferta de assentos quase 2% superior ao registrado no início do ano passado, segundo dados da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil).
Isso significa que foram transportados 784 mil passageiros em janeiro nos voos internacionais operados por empresas brasileiras.
O resultado é atribuído a uma reconquista de participação de mercado por parte das companhias nacionais, num momento em que as empresas estrangeiras ajustam suas operações no retraído mercado brasileiro fazendo cortes de frequências ou até interrupção de rotas.
Nesse mercado, a Latam lidera entre as locais, com mais de 70% de participação da demanda de passageiros, seguida de longe pela Gol, que fica em torno de 15%.
DOMÉSTICOS
Já no segmento doméstico, os dados são considerados preocupantes pelo setor. Pelo 18º mês consecutivo, a demanda entrou em janeiro em queda, de 1,8% na comparação com igual período do ano passado, ainda conforme os dados da Anac.
Foram transportados 8,5 milhões de passageiros em voos domésticos no mês.
Em mais um movimento de adaptação, que já se repete há 17 meses, a oferta foi reduzida em 3,2% em relação a janeiro de 2016.
O viés negativo assusta, principalmente, por estar se repetindo, como já ocorreu no ano passado, em dezembro e janeiro.
Os dois primeiros meses do ano são considerados como alta temporada para o setor, quando aumenta a demanda dos viajantes de turismo.
http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2017/03/1865778-mercado-de-aviacao-comercial-ensaia-recuperacao-no-inicio-de-2017.shtmlPRIMEIRO CAÇA “INVISÍVEL” DA CHINA ENTRA EM SERVIÇO MILITAR
Chengdu J-20 representa um salto na capacidade da China em projetar poder na Ásia e competir com os EUA

Com a estreia do Chengu J-20, a China é o segundo país do mundo a declarar operacional um caça furtivo (Alert5)
A rede de televisão estatal da China (CCTV) informou na última sexta-feira (10) que o primeiro caça “invisível” do país, o jato furtivo Chengdu J-20, entrou em serviço militar com a “Força Aérea do Exército de Liberação Popular”, como é chamada a força aérea chinesa. A nova aeronave, projetada para não ser detectada por radares, é produzida pela AVIC (Aviation Industry Corporation of China), grupo aeronáutico administrado pelo governo chinês.
Sem especificar quantas unidades entraram em operação, a reportagem da mídia chinesa relatou apenas que o J-20 se juntou aos treinamentos conjuntos com tropas, forças de foguetes e a marinha da China. Para analistas militares, o anúncio pode ser interpretado como uma resposta do país ao Japão e Coreia do Sul, que estão iniciando seus trabalhos com o novo caça Lockheed Martin F-35, aeronave que também possui características furtivas.
Como é comum na indústria aeronáutica militar chinesa, são poucas as informações sobre o desempenho do J-20, considerado um caça da chamada “quinta geração” – o F-5 da FAB, por exemplo, é um caça de segunda geração. Além de ter perfil furtivo (stealth), sabe-se que o novo avião chinês pode alcançar mach 2 (duas vezes a velocidade do som, cerca de 2.400 km/h), é muito manobrável e pode lançar mísseis de longo alcance.
O J-20 foi apresentado ao público, ainda que a distância, somente em novembro de 2016, durante o Zhuhai Internacional Air Show. Já o primeiro voo do caça, cujo desenvolvimento foi iniciado na década de 1990, aconteceu no dia 11 de janeiro de 2011.
Desde o início do projeto, a AVIC produziu oito protótipos para testes em solo e de voo e pelo menos cinco unidades de série da aeronave, chamada pela imprensa chinesa de “obra prima” da indústria aeronáutica do país. De acordo com o raros dados divulgados pelo fabricante, o caça tem 20,4 metros de comprimento e pode decolar pesando cerca de 32.000 kg.
Aviões invisíveis
Os Estados Unidos foi o país pioneiro a dominar a tecnologia para construir aviões invisíveis aos radares, com o F-117 “Nighthawk”, projetado pela Lockheed Martin na década de 1970 e hoje já aposentado. Atualmente, o inventário de aeronaves furtivas das forças armadas norte-americanas contém os caças F-22 Raptor e F-35 Lightning II, além do bombardeiro em formato de asa voadora B-2 Spirit.
Com o anúncio da estreia do J-20, a China passa a ser o segundo país a declarar operacional um caça furtivo. Além desse modelo, a AVIC também trabalha no desenvolvimento do FC-31, outro avião de combate invisível, desta vez com características semelhantes às do F-35 – o J-20 é proposto como um concorrente para o F-22.
Outra nação que está próximo de participar deste seleto grupo é a Rússia, com o caça Sukhoi PAK-FA. A aeronave, que voou pela primeira vez em 2009, está programada para entrar em serviço com a força aérea russa a partir de 2018.
http://airway.uol.com.br/primeiro-caca-invisivel-da-china-entra-em-servico-militar/domingo, 5 de março de 2017
ANAC aprova edital dos aeroportos e leilão será realizado no dia 16 de março de 2017
CONCESSÕES
Outorga mínima dos quatro terminais será de R$ 3,01 bilhões e os investimentos são estimados em R$ 6,613 bilhões; leilão ocorrerá na Bolsa de Valores de São Paulo
porPublicado: 30/11/2016 16:40Última modificação: 30/11/2016 17:14
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aprovou nesta terça-feira (29/11) o Edital de Concessão dos aeroportos internacionais de Porto Alegre (RS), Salvador (BA), Florianópolis (SC) e de Fortaleza (CE). O documento será publicado no Diário Oficial da União nesta quinta-feira (01/12). O leilão ocorrerá na Bolsa de Valores de São Paulo (BM&FBovespa), no dia 16 de março de 2017.
O pagamento inicial das outorgas dos quatro terminais (25% à vista sem considerar o ágio) será de R$ 754 milhões e o valor estimado a ser arrecadado com o pagamento das contribuições fixas anuais, ao longo da concessão, será de R$ 3,01 bilhões. Os concessionários também deverão pagar anualmente a contribuição variável de 5% das receitas obtidas em cada aeroporto, com arrecadação prevista de R$ 2,451 bilhões. Os investimentos são estimados em R$ 6,613 bilhões. Nesta rodada, a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) não será sócia dos aeroportos.
O ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintella, o secretário-executivo do Programa de Parceria de Investimentos (PPI), Wellington Moreira Franco, e o diretor-presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), José Ricardo Botelho, concederam entrevista coletiva na tarde desta quarta-feira (30)
A oferta inicial no leilão deverá ser de no mínimo R$ 31 milhões para o aeroporto de Porto Alegre, de R$ 310 milhões para Salvador, de R$ 53 milhões para Florianópolis e de R$ 360 milhões para Fortaleza. Quanto ao prazo de concessão, Porto Alegre será concedido por 25 anos (prorrogável por mais cinco anos) e os demais serão por 30 anos (prorrogáveis por mais cinco anos).
Entre os principais investimentos que deverão ser realizados pelos futuros operadores estão a ampliação dos terminais de passageiros (exceto o Hercílio Luz, que terá um novo terminal), dos pátios de aeronaves e das pistas de pouso e decolagem. Também estão previstos o aumento do número de pontes de embarque, ampliação dos estacionamentos de veículos. Atualmente, os quatro terminais respondem por 11,6% dos passageiros, 12,6% das cargas e 8,6% das aeronaves do tráfego aéreo brasileiro.
PRINCIPAIS DESTAQUESConcorrência e leilão: Nessa rodada, haverá a possibilidade de um mesmo grupo econômico vencer a disputa por mais de um aeroporto, desde que não situados na mesma região geográfica. Não haverá restrições à participação dos concessionários atuais. De acordo com as regras previstas na minuta do edital, o leilão dos quatro aeroportos ocorrerá simultaneamente, sendo o vencedor aquele que ofertar o maior valor de outorga (ou contribuição fixa inicial, que soma o valor mínimo do leilão e o ágio ofertado). Esse valor é pago na assinatura do contrato.
Operador aeroportuário: Como requisito, a participação societária de operador aeroportuário deverá ser equivalente a, no mínimo, 15% do consórcio licitante. Poderá ser admitida a soma das participações de até dois operadores, mas ambos deverão cumprir, individualmente, a habilitação técnica necessária para cada aeroporto: comprovar a operação durante pelo menos 5 anos, em um aeroporto com processamento mínimo de 9 milhões de passageiros, em pelo menos um dos últimos 5 anos, para os aeroportos de Salvador (BA) e Porto Alegre (RS), de no mínimo 7 milhões para o aeroporto de Fortaleza (CE), e de no mínimo 4 milhões para o aeroporto de Florianópolis (SC).
Companhias aéreas: A possibilidade de participação de empresa aérea em consórcio foi mantida em 2%, mesma proporção das rodadas anteriores. O limite não será considerado caso o operador aeroportuário tenha participação de empresa aérea.
Contribuição Fixa ao Sistema (FNAC): Nesta rodada, a contribuição fixa ao sistema para ao Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC) foi dividida em duas partes:
• o equivalente a 75% do valor resultante dos Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) para a exploração do aeroporto será pago, a título de “contribuição fixa anual” ao longo do contrato de concessão, em parcelas anuais, com uma carência de pagamento nos primeiros 5 anos e o pagamento de valores crescentes entre o 6º e o 9º ano. A partir do 10º ano, os valores são iguais, até o último ano do contrato. Os valores a serem pagos em cada ano, estabelecidos no contrato, serão anualmente atualizados pelo IPCA.
• o equivalente a 25% do valor resultante dos Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) para a exploração do aeroporto será o valor mínimo do leilão. O valor ofertado pelo licitante vencedor do leilão (somados o valor mínimo e o ágio ofertado) deverá ser pago, a título de “contribuição fixa inicial”, no momento da assinatura do contrato.
• o equivalente a 75% do valor resultante dos Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) para a exploração do aeroporto será pago, a título de “contribuição fixa anual” ao longo do contrato de concessão, em parcelas anuais, com uma carência de pagamento nos primeiros 5 anos e o pagamento de valores crescentes entre o 6º e o 9º ano. A partir do 10º ano, os valores são iguais, até o último ano do contrato. Os valores a serem pagos em cada ano, estabelecidos no contrato, serão anualmente atualizados pelo IPCA.
• o equivalente a 25% do valor resultante dos Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) para a exploração do aeroporto será o valor mínimo do leilão. O valor ofertado pelo licitante vencedor do leilão (somados o valor mínimo e o ágio ofertado) deverá ser pago, a título de “contribuição fixa inicial”, no momento da assinatura do contrato.
A garantia de proposta, estabelecida para ser executada no caso do licitante vencedor não assinar o contrato, está definida no Edital, com valores para cada aeroporto que correspondem a 1% do valor de cada contrato.
Contribuição Variável ao Sistema (FNAC) – O concessionário deverá aportar ao FNAC, anualmente, a título de Contribuição Variável, 5% da sua receita bruta anual. Esse valor é pago anualmente, no momento da apresentação dos demonstrativos contábeis, em 15 de maio.
PREVISÕES CONTRATUAIS ESTIPULADAS PELA ANAC
Melhorias imediatas: as concessionárias deverão prever o início imediato das seguintes ações que permitam melhorar os padrões operacionais:
a) Melhorias das condições de utilização dos banheiros e fraldários do aeroporto;
b) Revitalização e atualização das sinalizações de informação dentro e fora do Terminal de Passageiros (TPS);
c) Disponibilização de internet wi-fi gratuita de alta velocidade em todo o TPS;
d) Revisão e melhoria do sistema de iluminação das vias de acesso de veículos aos terminais, estacionamentos de veículos, TPS, terminais de carga e outros setores que envolvam a movimentação de passageiros e seus acompanhantes no lado terra do aeroporto;
e) Revisão dos sistemas de climatização, escadas rolantes, esteiras rolantes, elevadores e esteiras para restituição de bagagens;
f) Correção de fissuras, infiltrações, manchas e desgastes na pintura de paredes, pisos e forros (inclusive área externa) dos terminais de passageiros.
Essas ações devem ser concluídas até o término da transição do atual operador do aeroporto (Infraero) para o futuro concessionário.
A Fase IB, em que os concessionários devem realizar os investimentos obrigatórios nos aeroportos (conforme quadro abaixo) tem início na data de eficácia do contrato e duração de 25 meses.
Contribuição Variável ao Sistema (FNAC) – O concessionário deverá aportar ao FNAC, anualmente, a título de Contribuição Variável, 5% da sua receita bruta anual. Esse valor é pago anualmente, no momento da apresentação dos demonstrativos contábeis, em 15 de maio.
PREVISÕES CONTRATUAIS ESTIPULADAS PELA ANAC
Melhorias imediatas: as concessionárias deverão prever o início imediato das seguintes ações que permitam melhorar os padrões operacionais:
a) Melhorias das condições de utilização dos banheiros e fraldários do aeroporto;
b) Revitalização e atualização das sinalizações de informação dentro e fora do Terminal de Passageiros (TPS);
c) Disponibilização de internet wi-fi gratuita de alta velocidade em todo o TPS;
d) Revisão e melhoria do sistema de iluminação das vias de acesso de veículos aos terminais, estacionamentos de veículos, TPS, terminais de carga e outros setores que envolvam a movimentação de passageiros e seus acompanhantes no lado terra do aeroporto;
e) Revisão dos sistemas de climatização, escadas rolantes, esteiras rolantes, elevadores e esteiras para restituição de bagagens;
f) Correção de fissuras, infiltrações, manchas e desgastes na pintura de paredes, pisos e forros (inclusive área externa) dos terminais de passageiros.
Essas ações devem ser concluídas até o término da transição do atual operador do aeroporto (Infraero) para o futuro concessionário.
A Fase IB, em que os concessionários devem realizar os investimentos obrigatórios nos aeroportos (conforme quadro abaixo) tem início na data de eficácia do contrato e duração de 25 meses.
Tarifas: as tarifas de embarque, conexão, pouso, permanência, armazenagem e capatazia têm seus valores máximos estabelecidos no contrato e serão reajustadas anualmente considerando-se a inflação do período (IPCA) mais a aplicação de fatores de produtividade (X) e de qualidade (Q). As tarifas estabelecidas nos contratos têm o mesmo valor dos vigentes atualmente para os aeroportos, após a incorporação do valor do ATAERO (conforme Lei Nº 13.319/2016), sendo a tarifa de embarque doméstico de R$ 29,06 e a de embarque internacional de R$ 51,46 (sem contabilizar o adicional tarifário previsto em lei de USD 25,00).
Nesta rodada, os contratos foram aprimorados conforme práticas regulatórias internacionais para permitir que os concessionários pratiquem o gerenciamento de suas tarifas de conexão, pouso e permanência, para assegurar maior flexibilidade e otimização do uso da infraestrutura.
PROCEDIMENTOS - A desestatização dos quatro aeroportos consta do Decreto nº. 8.517, de 10 de setembro de 2015 e das Resoluções PPI nº 02 de 05 de 2016. A minuta do edital e dos documentos jurídicos passou por audiência pública (AP nº 09/2016) de 4 de maio a 20 de junho, com sessões presenciais em Brasília (DF), Porto Alegre (RS), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE) e Salvador (BA). Em razão de alterações propostas pelo Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil (MPTA) nos Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA), assim como em função de ajustes regulatórios propostos pela área técnica da ANAC, alguns pontos foram submetidos à Audiência Pública nº 24/2016, entre 28 de outubro e 07 de novembro.
PROCEDIMENTOS - A desestatização dos quatro aeroportos consta do Decreto nº. 8.517, de 10 de setembro de 2015 e das Resoluções PPI nº 02 de 05 de 2016. A minuta do edital e dos documentos jurídicos passou por audiência pública (AP nº 09/2016) de 4 de maio a 20 de junho, com sessões presenciais em Brasília (DF), Porto Alegre (RS), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE) e Salvador (BA). Em razão de alterações propostas pelo Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil (MPTA) nos Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA), assim como em função de ajustes regulatórios propostos pela área técnica da ANAC, alguns pontos foram submetidos à Audiência Pública nº 24/2016, entre 28 de outubro e 07 de novembro.
Assessorias de Comunicação Social:
Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil
(61) 2029-7037; ascom@transportes.gov.br
Programa de Parcerias de Investimentos (PPI)
(61) 3411-6420; imprensa.projetocrescer@presidencia.gov.br
Agência Nacional de Aviação Civil (Anac)
(61) 3314-4494/4493; jornalismo@anac.gov.br
Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil
(61) 2029-7037; ascom@transportes.gov.br
Programa de Parcerias de Investimentos (PPI)
(61) 3411-6420; imprensa.projetocrescer@presidencia.gov.br
Agência Nacional de Aviação Civil (Anac)
(61) 3314-4494/4493; jornalismo@anac.gov.br
http://www.aviacao.gov.br/noticias/2016/11/anac-aprova-edital-dos-aeroportos-e-leilao-sera-realizado-no-dia-16-de-marco-de-2017
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