quinta-feira, 18 de agosto de 2011


Estrangeiros que perderam parentes em 11/9 preparam homenagens

  1. Em um cemitério na Lituânia, as torres gêmeas continuam de pé - mas essas têm menos de 2 m de altura. Vladimir Gavriushin construiu as réplicas em homenagem à filha, Yelena, uma das quase 3 mil vítimas do ataque de 11 de setembro de 2001. O homem enterrou pedras do Marco Zero embaixo das torres no cemitério, bem longe do local onde Yelena morreu - que ele afirma não poder mais visitar. Ele reza pela filha em seu próprio Marco Zero

    Foto: AP

  2. O australiano Simon Kennedy perdeu sua mãe, Yvonne Kennedy, no dia 11 de setembro de 2001, no ataque ao Pentágono. "Minha mãe não era uma 'heroína da liberdade', como eu ouvi alguns descreverem-na uma vez", afirmou ele. "Ela estava no lugar errado na hora errada", disse Simon, 36 anos

    Foto: AP

  3. Em um pequeno vilarejo no México, Raquel López e sua família não podem pagar por vistos para ir aos Estados Unidos. Por isso, no próximo dia 11 de setembro, eles se reunirão em uma missa durante a manhã e colocarão flores no túmulo do irmão de Raquel, Leonardo López, um cozinheiro morto aos 42 anos em um restaurante que ficava no topo da Torre Norte do World Trade Center. Os parentes de Leonardo pretendem assistir pela televisão às cerimônias pelos 10 anos dos ataques

    Foto: AP

  4. Nas Filipinas, a jornalista Cookie Micaller estava trabalhando até tarde em um jornal em Manila quando seu editor disse para ela ligar a televisão. Um avião havia colidido com o World Trade Center - onde sua irmã, Cynthia Wilson, trabalhava. Ela correu para pôr a reportagem na capa do jornal. "Eu temia silenciosamente que eu pudesse estar escrevendo a reportagem sobre o fim da minha irmã", disse a jornalista. A confirmação veio no dia seguinte

    Foto: AP

  5. O indiano Yambem Laba, cujo irmão, Jupiter Yambem, foi morto nos ataques, diz acreditar que os Estados Unidos não tiveram escolha a não ser começar uma caçada por Osama Bin Laden. "O ataque ao World Trade Center foi a faísca, e a chama foi a guerra", disse ele. A cada aniversário dos atentados, cerca de 150 familiares e amigos de Jupiter Yambem o homenageiam com um almoço hindu

    Foto: AP

  6. Yambem Laba, um indiano cujo irmão morreu nos ataques de 11/9/2001, segura sua filha e seu sobrinho, em foto sem data conhecida

    Foto: AP

  7. O indiano Jupiter Yambem, que morreu nos ataques, em foto de seu casamento com Nancy

    Foto: AP

  8. O irmão de Daniel Lewin, Michael, já visitou o Marco Zero várias vezes durante viagens de negócios a nova York. Entretanto, ele não considera esse o melhor lugar para a cerimônia de homenagem a seu irmão. "Estou contente de ver que a América está construindo o Marco Zero. Mas o objetivo de um memorial não é ser triste, e sim usar a perda de 11 de setembro para fazer o mundo melhor. Lavar-se em nossa perda não é produtivo", afirmou

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Em um cemitério na Lituânia, as torres gêmeas continuam de pé - mas essas têm menos de 2 m de altura. Vladimir Gavriushin construiu as réplicas em homenagem à filha, Yelena, uma das quase 3 mil vítimas do ataque de 11 de setembro de 2001. O homem enterrou pedras do Marco Zero embaixo das torres no cemitério, bem longe do local onde Yelena morreu - que ele afirma não poder mais visitar. Ele reza pela filha em seu próprio Marco Zero  Foto: AP

Em um cemitério na Lituânia, as torres gêmeas continuam de pé - mas essas têm menos de 2 m de altura. Vladimir Gavriushin construiu as réplicas em homenagem à filha, Yelena, uma das quase 3 mil vítimas do ataque de 11 de setembro de 2001. O homem enterrou pedras do Marco Zero embaixo das torres no cemitério, bem longe do local onde Yelena morreu - que ele afirma não poder mais visitar. Ele reza pela filha em seu próprio Marco Zero

Foto: AP

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